Prefeito Carlos Windson quer anular ampliação de carga horária de 327 servidores e sindicatos reagem

Os sindicatos, Apeoc, Aprofe e dos Servidores dos Servidores Públicos do Município de Tauá anunciaram posição contrária a medida implantada pelo prefeito Carlos Windson, de reduzir a carga horária de cerca de 327 servidores públicos que tiveram jornada de trabalho ampliada nas gestões dos ex-prefeitos, Odilon Aguiar, Patrícia Aguiar e Júlio César.

A Prefeitura chegou a reduzir em 50%, os salários de pelo menos 60 servidores quando realizou o pagamento do mês de janeiro, sem nenhum aviso prévio, mas os prejudicados com o apoio da Aprofe, foram ao Ministério Público e após reunião no Gabinete no Prefeito, a gestão voltou atrás, devolvendo os salários(em folha suplementar) que haviam sido retidos.

A medida da Prefeitura já foi comunicada ao Promotor de Justiça Dr. Erick Pessoa que pediu informações à Câmara Municipal de Tauá sobre a existência de leis municipais, ou projetos em tramitação, propondo alteração na carga horária de servidores municipais.

A documentação foi enviada pelo Presidente Luis Tomaz.

Por ocasião da assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta para o pagamento de salários atrasados dos servidores municipais relativos ao ano de 2017, o Promotor incluiu uma cláusula sobre o assunto, estabelecendo que nenhum servidor terá carga horária reduzida antes do final do procedimento instaurado pela Prefeitura.

A redução da carga horária atinge várias categorias de funcionários públicos, como professores, enfermeiros, auxiliares de serviços, dentre outros.

A Prefeitura quer anular as ampliações de carga horária e reduzir os salários pela metade.

O clima entre os servidores que estão recebendo a intimação com prazo de 10 dias para a defesa é de apreensão.

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